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A escolha infeliz do amor



O discurso comum que justifica as más escolhas amorosas resume-se a falta de sorte nas relações. Ouve-se frequentemente que gente assim, com pouca sorte, possui o “dedo podre”. Esta é uma expressão popular que define o comportamento repetitivo de indivíduos de boa índole escolher sempre pessoas de caráter duvidoso para se relacionar.

Quando não temos experiência suficiente, não conseguimos reconhecer imediatamente as características de um amor destrutivo, e aceitamos que o mesmo entre em nossas vidas. Entretanto, se estas escolhas se repetem com frequência é preciso aceitar o fato de que não são em nada casuais.

É provável que exista uma parcela de responsabilidade daquele que aceita se envolver constantemente em relacionamentos com considerável risco emocional. Esta parcela individual precisa ser reconhecida, pois enxergar a si e os próprios conflitos possibilitará experiências amorosas mais gratificantes no futuro e o amor bem sucedido poderá deixar de ser uma aspiração mística para se tornar opção.

As pessoas entendem que para evitar a solidão terá que encontrar um companheiro, pois em sua última frase diz que teme envelhecer cuidando da família. Quem tem uma família para cuidar, normalmente, não se sente solitária. De outro lado, parece consciente de que nem todo homem é um bom companheiro e sabe que pode ser melhor ficar sozinha do que mal acompanhada. Entretanto, quando uma pessoa decide viver com outra, se não for apressada, ansiosa e má observadora, ela terá tempo de conhecer melhor aquele com quem quer ficar, o que aumenta as chances de que o relacionamento possa dar certo.

Será que "ser feliz no amor", ainda tem o sentido de encontrar uma espécie de "príncipe encantado", cheio de qualidades e sem defeitos? Será que espera muito do que o amor pode lhe dar, e não investe seu interesse em outros setores de sua vida? É importante para os dois que cada um tenha também seus interesses pessoais, como trabalho, hobbies, expectativas que, para serem alcançadas, só dependam do esforço de cada um. Expandindo seus interesses não irá focar excessivamente seu companheiro e, assim, ele não precisará ser perfeito para agradar-lhe.

Observe melhor os homens pelos quais se interessar para que não diga depois que está "mal acompanhada". Sobre o pavor da solidão, aconselho-a a ficar sozinha consigo mesma, a sair sozinha para um shopping, por exemplo, ou para ir ao cinema, pois talvez descubra que nem sempre estar só é tão desagradável; ao contrário, pode ter suas vantagens também.

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