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ALIMENTOS AFRODISÍACOS



Na sua opinião, o que é, de fato, afrodisíaco para homens e mulheres?

A aura sobre os alimentos afrodisíacos vem desde a mitologia grega. O nome está relacionado a Afrodite, deusa do amor e da beleza. Por isso, os afrodisíacos, vem da potência de atrair outra pessoa. Sendo assim, os afrodisíacos são agentes químicos – não necessariamente alimentos, mas também odores – que podem atiçar o desejo. Entre alimentos e perfumes, são mais de mil substâncias que são caracterizadas como afrodisíacas. Elas podem favorecer a excitação e ajudar na lubrificação feminina. O consumo pode enriquecer os sentidos. Os cientistas classificaram os afrodisíacos em três tipos: os agentes químicos; os odores – que estimulam o desejo sexual; e os mitos – como morango e o figo – considerados afrodisíacos justamente por terem formato de genitália humana. Contudo, o estímulo depende do vínculo com a pessoa. Se você não buscar o que atrai você à outra pessoa, os afrodisíacos não vão funcionar. Os alimentos estimulam sim vários sentidos por conter alguns agentes, mas o afrodisíaco, nesse caso, é deixar a pessoa mais descontraída. Não há nenhum estudo que comprove a eficácia destes alimentos, mas, quando uma pessoa os consome, fica sugestionada, é o famoso efeito placebo. Quando o relacionamento está insatisfatório, a libido é afetada. A mulher não separa o sexo das outras questões. A maneira como ela é tratada, os problemas financeiros ou profissionais, dificuldades em relação à educação dos filhos... Tudo isso reflete na vida sexual. Para o homem, as coisas funcionam de outro jeito. Eles conseguem sentir desejo pela mulher mesmo tendo outros problemas no relacionamento. O sexo feminino costuma generalizar. Se ela está insatisfeita com seu parceiro em algum aspecto, é comum perder o desejo. Outra razão está ligada à relação que temos com nós mesmas. A mulher se conhece pouco. Muitas vezes não sabe onde e como sente prazer. Não explora o próprio corpo e não se permite perceber o estímulo do outro, para descobrir o que lhe agrada. Faz parte da educação feminina não se masturbar, por exemplo. Já é mais frequente as mulheres falarem sobre o assunto, mas, ainda assim, não conversam com quem deveriam: seus parceiros. Não demonstrar seus interesses, vontades e fantasias é um erro. Às vezes, vejo mulheres reclamando dos homens, mas eles não têm como adivinhar o que elas querem. Além disso, quando uma paciente consegue se abrir e o casal procura ajuda, nem sempre elas levam a sério um tratamento. As mulheres se desinteressam muito rápido pela solução. Quando há um problema sexual, os homens vão buscar saná-lo até o fim. Elas desistem antes. Dicas: 1. Identifique e resolva os problemas que estão prejudicando o seu relacionamento; 2. Aprenda a separar os problemas. Não deixe que os acontecimentos ruins do dia interfiram na sua vida sexual; 3. Não tenha receio de dizer ao seu parceiro do que você gosta (ou não) no sexo; 4. Se achar que não pode resolver o problema sozinha, procure terapia; 5. Não responsabilize o outro por sua falta de desejo. Tente resolver; 6. Não espere que ele adivinhe que você não está satisfeita. Converse; 7. Explore seu próprio corpo e descubra o que lhe dá prazer; 8. Converse com seu ginecologista sobre o problema; 9. Não se conforme com a falta de libido. Você pode mudar essa situação.

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